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Encontre abaixo respostas claras para as dúvidas mais comuns sobre síndrome do pânico, crises de ansiedade e tratamentos.

Todo este conteúdo foi elaborado com muito cuidado e em parceria com o psicólogo e neuropsicólogo William Grizza. Confira abaixo!

A síndrome do pânico pode ser encaixada dentro de uma grande bolha chamada “ansiedade”.

Trata-se de um transtorno com crises de medo intensas e abruptas, normalmente acompanhadas de sintomas físicos. Medo de perder o controle, morrer ou enlouquecer, por exemplo, são sintomas bastante característicos dela. Confira neste vídeo uma explicação mais detalhada sobre a doença.

Capa do vídeo com o psicólogo William Grizza para explicação do que é a síndrome do pânico

Conforme você verá no vídeo abaixo, o pânico não costuma estar associado a um único fator apenas. Uma combinação de situações, comportamentos e experiências é o que pode despertar estas crises tão dolorosas.

Experiências da infância e exposição constante a níveis considerados de estresse, por exemplo, podem ser parte deste combo. Confira na explicação do psicólogo e neuropsicólogo William Grizza mais detalhes.


Por que uma crise de pânico parece tão real, mesmo quando não existe um perigo de verdade? 😰

O coração acelera, a respiração muda, o medo aumenta… e cada nova sensação do corpo pode reforçar a impressão de que algo realmente está errado. É assim que uma crise de pânico pode se transformar em um verdadeiro ciclo: pensamentos, sensações físicas e medo que passam a alimentar mais pensamentos, mais sensações físicas e mais medos.

No vídeo abaixo o psicólogo William explica de forma simples como funciona uma crise de pânico e o que acontece com a nossa mente e o nosso corpo durante esse momento.

Saiba como sua mente funciona durante uma crise de pânico

Tenho certeza que você já se perguntou algumas vezes se essa bendita doença tem ou não tem cura. Será que esse sofrimento andará comigo para sempre?

Essa é uma das dúvidas mais comuns de quem enfrenta crises de pânico e ansiedade. Neste vídeo, o psicólogo William explica o que a ciência diz sobre isso e esclarece o que é possível e o que não é.

Quer um spoiler? A resposta é “Sim, mas depende”.


Se alguém da sua família sofre ou já sofreu com crises de pânico, isso significa que você também terá?

Neste vídeo, o psicólogo William explica qual é o papel da genética, por que ter casos na família pode estar associado a uma maior predisposição e, principalmente, por que isso não significa que uma pessoa necessariamente desenvolverá a síndrome do pânico.

Entender de onde vêm as crises também é uma forma de diminuir o medo e buscar ajuda com mais segurança. 🧠


A resposta é sim! Há formas mais econômicas (e até gratuitas) de encontrar o apoio psicológico adequado para seu tratamento terapêutico.

Neste vídeo, o psicólogo William apresenta algumas alternativas para quem busca terapia a preços mais acessíveis e mostra caminhos que podem facilitar o acesso ao cuidado com a saúde mental.


A resposta direta é não, não há evidências que comprovem que quem sofre com crises de pânico desenvolverá Alzheimer no futuro.

Porém, há alguns detalhes bem interessantes a respeito disso. Te convido para assistir a explicação do psicólogo William no vídeo abaixo sobre isso.


Durante uma crise de pânico, a respiração pode ficar acelerada e intensificar ainda mais as sensações de medo e desconforto. Entender a importância de controlar a respiração é fundamental para que você consiga retomar sua paz.

Neste vídeo, o psicólogo William explica como e por que técnicas de respiração podem ajudar a interromper o ciclo das crises, recuperar o controle e favorecer a retomada gradual da calma.


As crises de pânico podem surgir com mais frequência fora de casa quando determinados lugares ou situações passam a ser associados ao medo e à sensação de perigo. Estar longe de casa pode trazer a nos uma sensação maior de imprevisibilidade, criando um gatilho para preocupações, medo, etc.

Neste vídeo, o psicólogo William explica por que isso acontece e como criar estratégias para enfrentar essas situações gradualmente, reduzir a insegurança e recuperar a confiança para realizar as atividades do dia a dia.